segunda-feira, 7 de março de 2011

ana santos.

vejo a nossa história como sendo uma peça de teatro. nesta peça de teatro, nós somos as personagens principais; contudo, existem os papéis secundários, esses mesmo, que se querem apoderar das personagens principais, que nos pertencem. sabes bem do que falo. há também uma banda sonora. é algo animada, já que sempre que estamos juntas é uma festa. o cenário, é criado por nós. é algo colorido e alegre. as luzes conjugam-se num jogo perfeito, em perfeita harmonia. mas eu estou aqui é para falar da acção; para falar do manuscrito. esse, que nos foi entregue por alguém. o manuscrito incorpora nele uma das melhores histórias de todos os momentos, com os argumentos certos. é algo complicada, mas não deixa de ser interessante. deveras interessante, corrijo. essa história é o relato da temporada mais feliz da minha vida. não só por tu teres feito (e continuares a fazer) parte dela, mas especialmente por isso. não me vou alongar muito mais, já que há pouco a dizer, só que saibas algumas coisas mais. quero que saibas que deixei-me disso de melhores amigas e de uns mais importantes que os outros, e por isso, digo apenas que te darei sempre o valor que mereces, que fizeste por merecer. quero dizer-te, também, que jamais irei desvalorizar o papel que tens na peça de teatro da minha vida, porque esse papel é tudo menos secundário. quero, por último, dizer-te que preciso que continues na minha vida, que preciso que continues comigo, tu és algo da qual eu nunca poderei abdicar, és o centro do meu mundo, e tudo se forma a partir de ti. amo-te

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